Mércia Machado Vergili, consultora do GSPP, deu uma entrevista para o PEGN sobre a popularidade das microfranquias nas cidades pequenas e como isso se tornou um grande negócio.

As cidades do interior entraram de vez no radar de expansão das microfranquias—popularmente chamadas de franquias baratas, por terem um teto de investimento inicial de R$ 105 mil. A saturação das capitais, a alta imobiliária, a fuga da concorrência e a migração de consumo para o interior foram algumas das razões que impulsionaram a visão de negócio em tantas marcas, de acordo com Mércia Machado Vergili, consultora do GSPP, empresa especializada em formatação de franquias.

“No interior, o empreendedor pode apostar em algo que ainda não tem por lá, com a facilidade de conhecer bem as pessoas, os pontos comerciais que realmente podem dar frutos e cada particularidade da região”, diz a especialista. De acordo com ela, marcas já conhecidas em capitais podem se tornar uma referência em cidades menores, abrindo mercado com mais facilidade. “Vale ressaltar que os segmentos de serviços, beleza e estética e alimentação costumam se destacar mais rapidamente”, afirma.

No entanto, antes de pegar as malas e se mudar para uma cidade do interior com uma franquia embaixo do braço, é preciso se atentar a alguns pontos importantes. Vergili sugere que e o empreendedor estude a fundo o potencial de consumo da região e quanto será preciso para que a franquia possa funcionar com uma margem de lucro interessante.

É preciso considerar aspectos técnicos, como logística. Além disso, o empreendedor precisará ter uma reserva de capital superior à anunciada pelas marcas. Chega-se a falar em até duas vezes o valor informado para investimento inicial.

Fonte: PEGN

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